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07/12/2004 09:54
- Então, eu o vi.
Estava praticamente ao meu lado, no trânsito da avenida Maranhão, lá pelas 18:20h de ontem. Observei que estava atento dirigindo o carro dele e que tinha um casal de amigos como passageiros. E eu, passageira do Sr. Cabral, apreciei o momento que iria se desfazer em alguns instantes, com a cabeça discretamente inclinada sobre o banco do carro. Desejei que não me visse (e deu certo) pra que eu pudesse ficar olhando um pouco mais à vontade. Espero que uma hora isso mude ou acabe de uma vez (esta última considero mais provável), pra que nunca mais eu tenha que disfarçar o meu olhar...
- Voltando ao mundo real.
No geral mesmo, ontem o dia foi tão calmo... Bom se fosse sempre assim.
Escrevi as aberturas do Canal News da semana inteira. As aberturas para o programa que vai ao ar no Natal e no Ano Novo vou escrever hoje... Isso se a dona de uma famosa loja de móveis e decoração não arranjar outro defeito no convite que nós criamos, pra uma festa que ela vai oferecer aos granfinos da cidade. Pior é que a gente ainda vai criar o cartão de Natal que a mulher vai mandar pra os clientes dela. Quero só ver quais defeitos ela vai arranjar pra esse cartão. Enfim, ossos do ofício, na agência o cliente sempre tem razão!
- Você lembra da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos...
Pois não é que ontem eu fui dar conta de que preciso retocar as luzes dos meus cabelos? O pé já ta pretinho, pretinho. Já vi que nesse sentido eu não mudo mesmo, vou morrer desatenta pra essas coisas!
enviada por Mariana Arraes
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